abril 07, 2006

Filosofias sobre o nada abstrato

Dois caras conversando via msn sobre um jogo no qual eles são lobizomens que caçam vampiros. De repente, a conversa descamba do nada e vira essa aberração abaixo. Se alguém entender alguma coisa...............é melhor se internar ^^


Feanor

MINHA MEDIA ATE ONTEM ERA 670 POR DIA

Feanor

DROGA A 2º CAÇADA FOI 72

Feanor

OPA 100KG

Jefferson

olha que merda

Jefferson

23 kg

Feanor

NAUM SEI NAUN MAIS ACHO QUE NAUM SAI MAIS AQUELAS DE 500

Feanor

ATE AGORA TIREI NO MAXIMO 110

Jefferson

será que aquelas que eram burlação do sistema?

Feanor

NAUM SEI

Feanor

ESPERO QUE NAUM

Jefferson

eu tb

Feanor

PRECISO DE UMA DE 500

Feanor

PRA MANTER A MEDIA

Jefferson

é

Feanor

EU VO ME TORNAR O MAIS FORTE DO MUNDO

Feanor

VO VIRA O 1º DO RANKING

Feanor

C VAI V

Jefferson

tomara

Jefferson

e nao esqueça

Jefferson

somos do mesmo clã

Jefferson

amigos...amigos...

Feanor

É A ULTIMA DO DIA

Jefferson

HUHUHUAHUAHUAHAHAHAHAHEHEIEHHIAEHUAEIHEAIUHAEIUHAE

Jefferson

sim

Feanor

Muahahahaha!

Jefferson

to mandando a última

Jefferson

assim que terminar começo a mandar as suas

Jefferson

(músicas)

Feanor

Muahahahaha!

Feanor

A minha paciência tem limites...

Feanor

DROGA

Feanor

17 KG

Feanor

ACHO QUE ADQUIRI A ZICA DO JULIO

Feanor

KKKKK

Jefferson

kkkkkkk

Jefferson

alguem deve estar rackeando nosso cla

Jefferson

opa

Jefferson

Foi-te creditado 562 Quilo de carne e 562 ouro. Durante a caça também ganhaste 10 pontos de experiência!

Jefferson

até que enfim, essa semana nao consegui nada nas caçadas

Feanor

ENTAO VAI CAÇA SAPO

Jefferson

não

Jefferson

não tenho bulldog

Jefferson

não dá

Feanor

MAIS SUA BIKE É AZUL

Jefferson

é, mas o tijolo cai pra baixo

Feanor

DEPENDE DA BANANEIRA

Jefferson

é, e mesmo assim isso não impede a lagartixa de comer moscas

Feanor

DESDE QUE AS MOSCAS NAO BANQUEM MOSCAS MORTAS

Jefferson

sim

Jefferson

e que não tenham a cabeça branca

Jefferson

porque, se isso for verdade, a mentira pode ser maior ainda

Feanor

MAS A MENTIRA SÓ NOS MOSTRA QUE A VERDADE VERDADEIRAMENTE FALADA SÓ NOS CONTA MENTIRAS QUE MENTEM SOBREO O ESTRANHO FATO DE NOS ENGANARMOS QUANDO ESTAMOS ENGANADOS EM UMA BIFURCAÇÃO DE TREZ CAMINHOS

Jefferson

sim

Jefferson

um azul, um vermelho e um branco

Feanor

DO LADO ESQUERDO DE UM JAVALI

Jefferson

mas, como todos conduzem a Roma, eu quero pizza de mortadela

Feanor

E OQ DIZER DA PODRE MORTADELA QUE UM DIA JA FOI VIVADELA

Jefferson

sim, isso é pra nos mostrar qual é o verdadeiro sentido da vida

Jefferson

da esquerda pra direita

Feanor

NA DIAGONAL

Jefferson

com vento contrário de 30 nós

Jefferson

em cima de um carvão meio úmido

Feanor

É E AINDA EM CHAMAS

Jefferson

e com formato de prisma redondo

Jefferson

mas sem furos

Feanor

MEIO ABAOLADO EU CONFESSO

Jefferson

sim, mas não poderia ser diferente, porque se fosse, seria muito igual

Feanor

SIM, TANTO PELO CONTRARIO QUANTO PELO AVESSO

Jefferson

mas mesmo assim, ainda teríamos rosas vermelhas no natal

Feanor

SIM... E PES DE JACA

Jefferson

só que azuis

Feanor

E POR FALAR EM JACAS NADA COMO O DOCE SOM DO "ATERRIZAR" DA JACA

Jefferson

nada, mas não muito bem, porque no final afunda como um sentinela londrino com um pássaro branco claro sobre a cabeça

Feanor

DE NAPOLEAO

Jefferson

sim, que comia tâmaras naquela pintura da última ceia que aconteceu um pouco antes da janta e do lanche das 10

Feanor

EM LONDRIS, OU NA FAIXA DE GAZA

Jefferson

sim, só que mais pra esquerda

Feanor

DA FAIXA OU DE LONDRIS

Jefferson

da direita

Feanor

ENTAO É ABUGRAIBO

Jefferson

exatamente, um pouco à direita da esquerda da faixa de gaza de londres

Feanor

SIM COMO NAUM

Jefferson

mais precisamente sobre a parte de baixo da ponte

Jefferson

exatamente no centro da borda externa da face interna da rodela de tomate que necessariamente neste caso, deve estar maduro, pois, caso contrário, estará verde, assim como os pés de jaca quando elas aterrizam sobre o luar da meia noite na faixa de gaza em londres, em frente à janela do quarto de napoleão quinto, que no memento está de férias

Feanor

DE VERAO EM PLENO INVERNO.... QUANDO AS FOLHA CAEM ASSIM COM O JACA,FRUTA PREFERIDA DE NAPOLEAO QUINTO,QUE ESQUECESTE DE MENCIONA QUE ESTA OUVINDO WALKMAN UTILIZANTO PILHAS EVERY READY

Jefferson

é mesmo, tinha esquecido, aquelas saltitantes mexicanas

Feanor

SIM AS DO BURRITOS

Jefferson

mas não os da estante, porque aqueles eu já estacionei na montanha plana da colina no fundo do vale perdido

Feanor

PAUSA

Feanor

NO RANKING DOS LOBOS SOU O 1584

Feanor

PLAY

Feanor

EMBAIXO DO RIACHO

Jefferson

é, eu me lembro, o riacho é o 1583º. Sinto saudades da torneira

Feanor

É COMO AQUELA FRASE QUE DIZ:

Feanor

VAI TOMA NO CU

Jefferson

ou aquela outra:

Jefferson

orelhas vermelhas, pra que eu preciso de pés de pato, se nem uso calça pra vomitar?

Feanor

OU AQUELA MUSICA...

Feanor

CINCO PATINHO FORAM VOMITA... NA TIA JOANA... QUA QUA QUA QUA

Feanor

QUE PARA O PRIMO DO PATO E A CASA DA MAE JOANA

Jefferson

sim, também me lembro dela, fritava tampinhas manguaçada como ninguém

Jefferson

Falando niso, que fim levou ninguém?

Jefferson

Não vi mais ninguém. Será que alguém viu? Acho que vou perguntar a ele

Feanor

NAUM FICOU SABENDO

Feanor

ALGEM VIU ELE

Jefferson

Onde?

Jefferson

Quando?

Jefferson

também não tenho notícias desses dois

Jefferson

mas é verdade aquilo que você acabou de dizer, aquele esquilo era dos diabos

Jefferson

se bem que a uva é meio escurinha

Jefferson

mas o açúcar é bem doce

Jefferson

não tanto quanto o sal

Jefferson

na neve

Jefferson

acho que vai chover hoje, claras em neve vão cair do céu

Jefferson

mas não tem problema, porque minha mãe já fez a janta

Jefferson

pena que o napoleão não gosta

Jefferson

mas enfim,

Jefferson

pode ser que seja isso mesmo

Jefferson

mesmo que não seja

Jefferson

agora eu vou salvar

Feanor

QUEM

Jefferson

tres páginas já estão de bom tamanho

Feanor

ALGUEM OU NINGUEM

Feanor

OU OS TRES

Jefferson

isso mesmo

Jefferson

mas o napoleao nao pode saber

Jefferson

senao ele vai querer comer todas as jacas

AS VEZES NAUM

Feanor

NINGUEM SABE

Jefferson

é, mas e se for de dividir?

Jefferson

ai

Jefferson

Nem ele sabe

Jefferson

...outro que sumiu...

Feanor

AAAA

Feanor

ALGUEM SABE

Jefferson

é, só pode

Jefferson

mesmo que não deva

Jefferson

contanto que pague

Feanor

MESMO QUE EM ELFICO

Jefferson

sim, porque o preço das jacas está pela hora da morte

Feanor

É QUE DIA DA MORTADELA

Jefferson

é

Jefferson

vamos gritar então

Jefferson

A

Jefferson

se bem que, se bem me lembro, eu já me esqueci

Feanor

ja volto

Feanor

vi alguem

Jefferson

manda um abraço

abril 05, 2006

Vote na gente

Estamos participando do concurso de sites Top 30 Brasil. Ajude a gente dando seu voto pra "nóis" !!!
É só acessar o banner do concurso (na lateral esquerda) e seguir as instruções. Tudo fácil e rápido.

abril 04, 2006

Capítulo 190 – O ataque dos mortos-vivos

Capítulo 190 O ataque dos mortos-vivos

O homem respondeu a última pergunta enquanto fechava a porta, já do lado de dentro da casa. Legolas ouviu o som de móveis sendo arrastados, como que para formar uma barricada na porta da casa.

_ Capitão! Eu não entendi nada, mas aquele homem me disse que os mortos estão chegando! E ele me mandou fugir! O que pode significar isso? – disse Legolas ao retornar para seus companheiros.

_ Não sei, mas isso não está me cheirando bem! Vamos até a taverna! Lá conseguiremos alguma informação! – respondeu Glorin.

Mas a porta do Urso Branco também estava trancada. Nailo batia na porta insistentemente, tentando arrombá-la. Glorin o repreendeu e tomou sua frente.

_ Pare com isso rapaz! Estamos aqui para ajudar, não para causar mais desordem! Deixe que eu cuido disso! Abram! Abram essa porta! Somos do exército, estamos aqui para ajudar! – gritou o anão enquanto batia na porta. Como ninguém a abriu, ele se voltou para Nailo e deu mais uma ordem ao soldado. – Não tem jeito! Pode arrombar!

Nailo “desceu o pé na porta”, arrombando-a com um potente chute, e invadiu a estalagem rapidamente. Os outros o seguiram assim que a porta se abriu. Lá dentro, todas as mesas do bar estavam vazias. Não havia ninguém atrás do balcão para atender, ninguém no parapeito do andar superior. Entretanto, o lugar não apresentava sinais de abandono, tudo estava perfeitamente limpo, como se a estalagem ainda estivesse em atividade normal.

Então o ranger ouviu um gemido, que mais parecia um choro. Olhou para o fundo da taverna e viu um homem encolhido atrás de uma das mesas, apavorado. Nailo chamou guardou suas armas e chamou o homem, mas ele parecia estar em estado de choque, ou apavorado demais para se mover dali. Então o capitão tomou a dianteira novamente.

_ Sou eu, Glorin! Está me ouvindo Norgar? Está tudo bem agora, pode ficar calmo! – disse o anão, calmamente, tentando tranqüilizar o pobre homem.

_ Ah, é você Glorin? Depressa,se esconda! Eles já estão chegando! – gaguejou o homem.

_ Calma homem! Que história é essa de “eles estão chegando”? Explique-nos o que está acontecendo aqui, pois não estamos entendendo nada! Fale homem! – ralhou Glorin.

_ Está bem! Tem um monte de mortos-vivos atacando a cidade! Já faz uns dez dias desde a primeira vez que surgiram aqui! São muitos! Um verdadeiro exército deles! Eles entram na vila e tentam arrombar as casas para levar as pessoas! Já conseguiram levar umas quatro! E eles estão chegando novamente! Depressa, fechem a porta, por favor, antes que seja tarde! – Norgar gaguejava e tremia. Seus olhos estavam fixos na entrada arrombada da estalagem.

_ Depressa rapazes, fechem a porta! – ordenou Glorin

­_ Capitão! E os nossos cavalos? – perguntou Legolas.

_ Tragam todos pra dentro! Lá fora eles só chamarão a atenção do inimigo! Norgar, de onde vêm esses mortos? – continuou Glorin.

_ Eles vêm do norte! D’além do riacho! Acho que eles vêm da Caverna Sem Retorno! – explicou o estalajadeiro, um pouco mais calmo.

_ Tem mais alguém aqui além de você? – perguntou Anix.

_ Sim, minha mulher e meus filhos estão escondidos lá em cima! – respondeu Norgar.

_ Capitão, venha dar uma olhada nisso! – gritou Nailo, que observava da janela, assustado.

Todos correram até a janela para ver o que acontecia lá fora. Olharam em direção ao norte, conforme apontado pelo ranger. Tudo estava escuro. Só podiam ver as silhuetas das casas mais distantes e os vultos das árvores no pomar da vila, muitos distantes e difusos. Estranhamente, as árvores pareciam se mover. Foi então que perceberam vultos se deslocando entre as casas mais distantes, tentando invadi-las. Alguns eram lentos e desajeitados. Outros, rápidos e ágeis como felinos. A massa que parecia com árvores foi chegando à cidade lentamente, até que os jovens puderam enxergar, com a ajuda da lua, o que eram aqueles vultos. Eram dezenas de cadáveres que andavam, cambaleantes, invadindo a vila. Zumbis. Junto com eles estavam outros mortos mais ágeis que iam à frente do grupo. Seus corpos magros e as orbes vermelhas e brilhantes em seus olhos não deixaram dúvidas. Eram esqueletos.

_ Vamos lá fora enfrentá-los! Temos que impedi-los, antes que eles consigam pegar alguém! – gritou Nailo, correndo em direção à porta. Todos se olhavam, atônitos, enquanto o tentacute saltitava de um lado para outro, como se tudo fosse uma grande festa para ele.

_ Nem pense nisso! Enfrentá-los assim seria suicídio! Eles são muitos! Temos que bolar um plano para poder atacar!­ – gritou Glorin.

_ Mas enquanto a gente fica aqui pensando em planos, as pessoas estão correndo perigo! Temos que ir logo! – retrucou Nailo.

_ De nada adiantará irmos lá fora sem pensar e morrer lutando! Além do mais...DROGA!!! – Glorin interrompeu a discussão ao olhar para a janela e ver tentacute tentando pegar um objeto brilhante além do vidro. O olho de um esqueleto.

_ Nailo! Segure esse seu bicho! Todos vocês pra cima! – gritou Glorin ao se aproximar da janela, pegar o tentacute pela cauda e o jogar na direção de Nailo. Enquanto o capitão lacrava a janela com uma mesa, os outros subiam as escadas apressadamente.

Lá em cima havia um grande corredor, com várias portas uniformemente distribuídas ao longo dele. Os heróis entraram nos quartos que ficavam do lado da frente da estalagem, e se posicionaram nas janelas para analisar a situação. Uma horda de zumbis tomava conta das ruas de Carvalho Quebrado, avançando como uma onda sobre a areia da praia. Era impossível ver o final daquele exército, perdido na escuridão além da plantação. Esqueletos corriam pelos flancos, à frente do exército, espreitando cada beco, forçando as portas e as janelas, atuando como batedores do grupo. Outros vultos grandes, de criaturas quadrúpedes corriam pelas ruas com velocidade espantosa. Uivos tenebrosos e o som dos passos arrastados dos mortos, como os rastejar de vermes, ecoavam na noite, provocando calafrios até no mais corajoso guerreiro. Os heróis olhavam perplexos para aquela cena. Comunicavam-se pelas janelas, tentando criar alguma estratégia para combater tamanho exército. Então, todos foram surpreendidos pelos gritos do capitão.

_ Esqueçam o plano, rapazes! Não temos tempo para isso agora! Vamos todos, depressa! – gritou Glorin, correndo afobado pelo corredor e descendo as escadas.

Os demais olharam pelas janelas e entenderam o motivo da pressa de Glorin. Fora da estalagem, à esquerda dela, estava um garotinho, paralisado pelo medo, vestido com roupas de dormir e segurando um boneco de pano. À direita, estavam os mortos, que avançavam na direção do menino, como corvos sobre a carniça. Sem hesitar, todos correram para baixo para resgatar o pobre menino. Nailo deixou o tentacute sob os cuidados dos filhos de Norgar, e Lucano permaneceu no segundo andar para protegê-los e ser os olhos de seus amigos lá de cima.

_ Peguem suas armas recrutas! O mais rápido de vocês correrá até o garoto e o trará até aqui! Os demais me ajudarão a segurá-los até o menino estar em segurança! Alguma pergunta? – gritava Glorin, posicionando-se diante da porta. O pequeno anão emanava uma aura fria a assustadora.

_ Senhor, eu posso ficar invisível! Posso correr até o garoto sem que eles me vejam! Posso tornar o menino invisível também! – respondeu Anix.

_ Certo Anix! Você cuida do menino! Nós cuidamos do resto! Nailo, abra a porta! – ordenou o capitão.

Legolas subiu em Rassufel e se preparou. Nailo ficou ao lado da porta, com as armas nas mãos, prontas para atacar. Squall e Glorin estavam diante da porta, prontos para abrir caminho para Anix que acabava de desaparecer magicamente.

_ Agora!!! – gritou Nailo, chutando as mesas que bloqueavam a entrada.

As mesas deslizaram pelo chão, e a porta se abriu. Os mortos começaram a invadir o local, mas Glorin se colocou à frente deles, bloqueando sua passagem. O anão golpeava os zumbis com seu machado, fazendo-os cair um a um, aos pedaços. Squall atacava à distância, queimando os cadáveres animados com raios mágicos. Um corredor foi aberto entre os mortos-vivos, e Anix passou rapidamente entre eles, correndo até o menino. Anix saltou sobre a mureta da varanda, caindo desajeitadamente do outro lado. Enquanto isso, Legolas atravessava o grupo de mortos, atropelando-os com o cavalo.

O arqueiro se parou com seu cavalo no meio da rua, ficando entre o menino e os zumbis. Parecia uma enxurrada de cadáveres avançando pela rua na direção da estalagem. Legolas sacou seu arco e começou a disparar suas flechas contra os zumbis.

Nailo e Glorin saíram da estalagem, abrindo caminho entre os mortos com suas lâminas. Squall também saiu, lançando uma bola de fogo sobre a multidão de cadáveres, ganhando tempo para os heróis. Lucano não suportou olhar tudo lá de cima e desceu para ajudá-los também.

Os heróis lutavam com todas as forças, mas a cada inimigo tombado, três outros surgiam da escuridão para atacá-los. Enquanto seus amigos combatiam, Anix conseguiu chegar até o menino.

_ Ei menino! Venha comigo! – disse Anix ao menino, após dissipar sua invisibilidade.

Mas a criança não se movia. Parecia estar em choque. Sem opção, Anix pegou o menino no colo e fez uma magia, deixando os dois invisíveis. O mago correu o mais rápido que podia, retornando para dentro da taverna. Dissipou sua magia, voltando a ficar visível e fez um sinal para o capitão, avisando que a missão tinha sido cumprida.

_ Vamos lá! Todos pra dentro! Depressa!!! – gritou Glorin para seus soldados.

O anão derrubou mais dois zumbis com seu machado de guerra e recuou para dentro da taverna, ficando ao lado da porta, preparado para fechá-la. Lucano correu até a porta para ajudar Glorin a fechá-la, preparando mesas e cadeiras para formar uma barricada. Legolas correu para dentro, atropelando os mortos que estavam diante da porta e abrindo caminho para que Squall e Nailo pudessem retornar. Quando Nailo, o último a entrar, estava em segurança, Glorin e Lucano fecharam a porta, deixando os mortos-vivos do lado de fora da estalagem. O menino estava finalmente a salvo, mas a vila ainda não.

abril 03, 2006

Legenda de Carvalho Quebrado

Ai está a legenda da vila, com todas as casas, nomes de moradores, funções, se são casados (S/N), se tem filhos (os números), suas raças.

CARVALHO QUEBRADO

Local (ou família) / Raça / Casal (S/N) / No. filhos

1 Estalagem - Urso branco Norgar Nurili S 5

2 O Carvalho Quebrado

3 Ferreiro Casso Belanus S 1

4 Propriedade de Torkel Sundagger Lider local S 7

5 Defensor local Jonas Belei S 4

6 Carpinteiro Harald Catraper S 5

7 Armazém Onund Raven S 1

8 Curandeira Velta Limine (adepta) N 0

9 Plantação

10 Plantação

11 Rio Elrid + Ponte

12 Cemitério

13 Caverna sem retorno

14 Tábua de pedra mirante local, visão de toda a vila

15 Kilnore (coureiro) Humanos S 7

16 Argret (tabaco) Anões S 4

17 Bazring Elgrim (escultor) Humanos N 0

18 Ordin Morfik (pintor) Humanos S 4

19 Falgirn Whurir Humanos

20 Therala Humanos S 5

21 Azthra Humanos S 4

22 Thrmalk Elmek Anões S 1

23 Darjak Nalmalk Humanos S 4

24 Garippa Humanos S 5

25 Whurana Eroric Humanos S 4

26 Thrik Dwout Humanos S 1

27 Whurhig Maida Humanos

28 Bofkral Glanastr Humanos S 4

29 Araim Zeaim Humanos S 7

30 Alir Werim Anões S 4

31 Dwoent Barili Humanos S 5

32 Torthur Humanos S 4

33 Urain Humanos S 4

34 Glanthra Daralsia Humanos

35 Andukr Zetryd Humanos S 7

36 Nurerl Maippa Humanos S 4

37 Gimdak Axeman Humanos S 4

38 Thralsia Rocksmith Humanos S 5

39 Garric Dela Humanos

40 Bofmalk Yurlode Humanos S 1

41 Hareft Humanos S 4

42 Anmil Zaian Elfo S 4

43 Alkrak Humanos S 5

44 Bofring Gargur Humanos S 4

45 Arnor Saberthrower Humanos S 4

46 Menua Humanos S 7

47 Domnoellaunus Humanos S 4

48 Cathal Humanos S 1

49 Conconnetodumnos Anões S 4

50 Ameer Humanos S 4

51 Lago

52 Jardim de Lena

53 Saída (norte)

54 Entrada (sul)

Mapa de Carvalho Quebrado