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maio 18, 2010

Tirando da tomada

Mestre: Legolas, o beholder vai saindo da caverna enquanto conversa com você. Cada vez que ele se volta em sua direção para lhe responder as suas perguntas, seu arco mágico apaga. Cada vez que ele se vira para a saída, indo para fora, seu arco volta a acender.
Legolas: Putz! Então eu vou desligar meu arco, assim ele não vai queimar!

abril 02, 2009

Meu precioso não!

Squall estava todo feliz com seu precioso anel que o transformava em dragão. Um dia, porém, o jogador não apareceu e eu, como todo mestre bonzinho, passei a controlar o personagem dele pelo bem do grupo.
Estavam todos viajando a pé em uma floresta densa ao lado de um abismo. Ora, ao invés de perder tempo caminhando com dificuldade, era muito mais fácil voar sobre o abismo e ganhar um precioso tempo para o grupo. Assim, seguindo uma sugestão do mestre, os jogadores fizeram. Arrumaram vários meios de transportar os personagens pelo céu, restavam Nailo e Squall. A solução era óbvia. Usei o poder do Squall (agora um npc), transformei-o em dragão e ele voou carregando o Nailo nas costas. Assim o grupo viajou todo o dia, gastando todo o poder do anel por aquele dia.
Na outra semana, o jogador apareceu e logo no primeiro combate já foi falando:
_ Mestre, aciono meu anel e viro dragão!
Decepção. Contei a ele que não poderia fazê-lo, expliquei os motivos e o jogo seguiu. No final da sessão, naquele bate-papo de fim de jogo, Squall veio repreender todos por gastarem o poder do anel sem o seu consentimento e pediu para que não repetissemos aquilo.
Squall: Nunca mais usem meu anel sem minha permissão.
Mestre (sacana rindo): Tá bom, Squall. Prometo que nunca mais iremos estimular seu anel na sua ausência.
Squall: Ótimo! É isso mesmo que eu quero. Nada de estimularem meu anel sem minha presença. Façam isso só quando eu estiver aqui.

Ele só percebeu a mancada quando era tarde demais. E a risada comeu solta

Profissão Meretriz

Jogador: Mestre, na próxima sessão, meu personagem vai começar a fazer perfumes.
Mestre: Como assim?
Jogador: É que eu comprei a perícia "profissão: boticário", então vou começar a usar pra fazer perfumes.
Mestre: Mas isso não é pra perfume. É pra fazer remédios, como se fosse um farmacêutico.
Jogador: Ah! Que droga, eu queria fazer perfume. E agora, o que eu faço?
Mestre: Tá bom, como você nunca usou essa perícia no jogo antes vou deixar você mudar.
Jogador: Oba, legal. Como fica minha ficha então.
Mestre (com ar de sacana): Fácil, pega sua ficha de personagem e troca os pontos de "profissão: boticário" para "profissão: meretriz"
Jogador (inocente e contente): Eba! Feito, mestre!

(e o duro é que o cara tinha só +1, que prostituta mais baranga huahuahuahahahaha)

ps: quem fez essa foi o jogador do Squall kkkkkkkkk

Obelisco

Nunca pensei que iria presenciar essa. É uma asneira clássica, que virou até carta de Munchkin, o fighting gazebo. Comigo foi obelisco, mas a pérola é a mesma:

Mestre: vocês entram numa câmara muito grande de teto alto, paredes lisas e piso trabalhado. Não há nenhum móvel na câmara ou qualquer outra coisa além de um obelisco de pedra, exatamente no centro da câmara.
Jogador 1: Obelisco?! Fechem os olhos para não virarem pedra! Não olhem nos olhos dele, senão, já era!
Jogador 2: E o obelisco é feito de pedra! Nossas armas não vão causar dano nele, só magia!
Jogador 3: Eu saco minha espada e o ataco enquanto ele ainda está parado!

Mestre: O.o

Lendo cartas

Susrak, o lendário clérigo, presenciava dois goblins jogando baralho. Após afugentar os inimigos, ele ouve o mestre dizer que a mesa onde estavam os dois monstrinhos estava cheia de cartas e de moedas (o baralho e as apostas) e declara sua ação:

Susrak: Bom, as moedas a gente divide, as cartas eu vou guardar para ler mais tarde!

Casa morta

Susrak, o lendário clérigo, destruia com sua maça uma casa goblin que estava em chamas, tudo para dar tempo para que seus amigos pudessem escapar.
Enquanto ajudava o fogo a destruir a casa, seus companheiros de grupo se afastavam dali rapidamente. Foi quando o mestre quis saber quando ele se juntaria aos demais:
mestre: "Então Susrak! Quanto tempo você fica destruindo a casa?"
Susrak: "Bem, continuo destruindo as paredes com minha maça só o tempo suficiente para eu ter certeza que que a casa não sobreviverá às queimaduras!"

E, após algum tempo, a pobre casa morreu queimada e nenhuma magia de cura foi capaz de ajudá-la..............

Desafio

Um presonagem estava no exército e queria desafiar seu capitão para um duelo. Como o tal capitão era muuuuuito mais forte que ele, ele não tinha qualquer chance de vitória num combate contra ele. Então, pra tentar equilibrar as coisas, decidiu que o duelo seria feito em várias modalidades, o combate propriamente dito e algumas provas de resistência, etc.
Como o capitão era chegado numa gelada, o primeiro desafio era ele resistri a uma cervejinha. O personagem do jogador colocou várias canecas de cerveja fresquinha e espumante sobre a mesa e desafio o capitão a não tomar um golinho se quer. Se o fizesse, o jogador sairia na frente, ganhando o primeiro desafio do duelo.
Capitão: "É você que está pagando essas cervejas, soldado?"
Soldado: "Sim, capitão! E se o senhor tomar um golinho sequer, vai perder o desafio e eu vou ficar mais perto de vencer o duelo e provar que sou melhor que o senhor!"
Capitão: "Taverneiro! Me tráz mais umas cinco cervejas que o soldado aqui vai pagar!"
O soldado ficou com cara de bobo ao ver o capitão tomando todas as cervejas sem se importar com a derrota. Quando terminou de beber, o capitão limpou a boca com cara de feliz, deu um largo e malicioso sorriso, passou a mão no seu machado e disse:

"Um a zero pra você, garoto! Agora vamos lá pra fora que eu vou te espancar pra valer! Tenho que me recuperar dessa terrííííííível derrota!"

Geladeira

Aventura de D&D. O jogador estava investigando as casas de uma vila, em busca de alguns itens roubados. Entrava nas casas, abria armários, virava camas e sofás de ponta cabeça, revirava tudo. Então, já que ele estava completamente á vontade nas casas, teve uma idéia brilhante:

"Mestre, eu aproveito e abro a geladeira e pego alguma coisa pra comer."

E mais uma aventura interrompida por ataque de risos em todos....

Na defensiva

Mestre: Bom, o gigante se aproxima de você, girando uma clava gigantesca e rosnando. Ele olha pra você e faz um xingamento. O que você faz?
Jogador: O gigante é muito grande e muito forte?
Mestre: Sim, ele é muito, muito grande, e o braço dele é mais grosso que seu corpo inteiro.
Jogador: Bom, então eu xingo ele também. Mas na defensiva.

Bate em mim!

Aventura de D&D em Tormenta. Dois jogadores escolheram jogar com personagens alados, um deles um Agelus e o outro um Sulfure. Como eles começaram no 1º nível e ainda não tinham os requisitos para possuírem asas, ficou determinado pelo mestre que eles começariam apenas com os cotocos das asas e que elas cresceriam durante a campanha, até quando eles alcançassem os requisitos necessários para usá-las.
Acontece que um dos personagens se desenvolveu mais rápido que o outro e, consequentemente, suas asas cresceram antes também. Inconformado com o tamanho diminuto das próprias asas, o outro personagem notou que as asas de seu amigo tinham ficado maiores após uma difícil batalha que ele havia travado, e da qual havia sido muito ferido. Então ele teve uma idéia "brilhante":

_ Ah! Já entendi! Pras asas crescerem, a gente tem que apanhar! Batam em mim!!!

(essas foram suas últimas palavras ao grupo)

O que vocês vêem???

_ Vocês entram na mansão, o que vocês vêem???
(mestre iniciante de D&D mestrando sua primeira aventura)

Montante não!!!

Essa é mais uma (meio pronográfica) do Evil Dead. mas, desta vez, a cagada não foi dele, mas sim do Legolas (ou melhor, de uma das muitas encarnações dele usadas pelo mesmo jogador). O Legoas tinha feito uma baita duma cagada no jogo, que irritou muito o Evil Dead. Irado, o bárbaro necromante decidiu dar uma prensa no pobre elfo:

Evil Dead: Seu burro! Vê se não faz mais isso ou eu te mato! Só por causa dessa burrada eu vou socar essa montante no seu rabo! (sim, ele usava uma espada montante)
Legolas, tentando evitar o desastre: Vai socar socar o CACETE! Que montante que nada!

Ele ainda tentou consertar, mas já era tarde demais....^_^

Estuprado, eu???

Campanha de D&D. Os personagens estavam em um complexo de cavernas, cujas saídas estavam soterradas por um terremoto, ou seja, impossível alguém sair ou entrar (a não ser por uma saída secreta no final da masmorra). Dois novos jogadores queriam começar, então o mestre (eu ^_^) arrumou uma desculpa pra colocar os dois na aventura:

Mestre: Bem, vocês lutaram contra um grupo de orcs, muitos deles, e foram derrotados e capturados. Estão há cerca de um mês aprisionados dentro de uma caverna onde eles vivem, recebendo toda sorte de maus tratos (a mesma caverna onde o resato do grupo se encontrava, hehehe).
Jogador 1: Eles bateram muito na gente?
Mestre: Sim, muito.
Jogador 2: Nós fomos estuprados?
Jogador 1 (irritado e desesperado): Eu não fui, só você, eu tô fora desta!!!
Mestre (com cara de sacana): Sim, vocês DOIS foram estuprados várias vezes!!!

O jogador até hoje não me perdoa por essa kkkkkkk

No cacete

Mais uma do Evil Dead...

_ Puxa, preciso chegar logo ao Vale das Sombras! Mestre, eu pego meu cavalo e vou no CACETE!!!

(Preciso dizer mais alguma coisa?)

A porta

Essa é do, nem um pouco saudoso, personagem Tau Maximus, um clérigo minotauro.
Os personagens estavam diante de uma porta trancada numa mansão abandonada e suspeitíssima. procuravam por um assassino que, pelas evidências, só poderia ser um fantasma ou coisa parecida. Na frente da porta havia um cadáver morto recentemente, sem nenhuma marca de ferimento (provavelmente morto por magia ou algo do tipo). E, na porta, havia um enorme bilhete com uma frase meio enigmática que dizia (resumindo) que a porta estava fechada para os vivos e que só se abriria quando matassem determinada pessoa.
Em outras palavras, tinha uma porta, num lugar amaldiçoado, um morto na frente dela e um bilhete beeem grande escrito: "Relou, morre!"

Mestre: O que vocês fazem???
Tau Maximus: Eu chuto a porta!!!

30 PV

O arqueiro mais famoso do mundo, em uma outra encarnação passada (sim, ele já jogou com uns 200 Legolas diferentes, isso sem contar que já assassinou metade do elenco do Senhor dos Anéis, fazendo burrada e matando o personagem que ele mesmo controlava)

Os personagens lutavam contra um mago poderoso. Um dos personagens, Belit, estava caído quase morto (tinha -8 PV) quando Legolas passou ao seu lado (com o bolso cheio de poções de cura) fugindo do mago e ignorou o companheiro caído.
Com muito sofrimento, eles conseguiram derrotar o mago, mas o pobre Belit acabou morrendo já que Legolas não o havia curado e os outros estavam longe demais para poder ajudá-lo.
Indignado com a morte do companheiro, o jogador que interpretava o samurai Shihiro foi tirar satisfação com Legolas.
Shihiro - Poxa cara! ele morreu por sua culpa! Se você tivesse dado uma poção pra ele, ele não teria morrido! Por que você correu ao invés de ajudá-lo?
Legolas - Mas eu não tinha outra opção! Se eu ajudasse ele, quem morria era eu! Eu estava muito ferido, e o mago tava vindo atrás de mim!
Shihiro (já conformado) - Ah bom! Então tudo bem, não tinha jeito mesmo! Não sabia que você tava tão mal assim, pensei que tinha você tinha sido egoísta! Mas se não tinha jeito tudo bem. Ah! Só pra saber, quantos pontos de vida você ainda tinha?
Legolas - 30!!!

Animal voador

Ele de novo, Evil Dead (tá, dessa vez era outro personagem dele, mas era sempre a mesma merda mesmo).
Conversando com um mago poderosíssimo, negociando a recompensa para uma missão (ainda não cumprida, diga-se de passagem)

E.D. - Se eu fizer isso pra você, quero que me dê um bode voador!
Mago - Quê?! Mas bode não voa!
E.D. (irritado) - Tudo bem, então me arrume outra montaria voadora. Mas eu quero um animal voador que tenha um aspecto demoníaco! Se você vier com um unicórnio pro meu lado eu não vou aceitar!

Pô, e desde quando unicórnio voa?????

Tanguinha +15

Mais uma do famoso Evil Dead

Durante a construção do personagem, ele, pra variar, atormentava o mestre:

E.D. - Eu quero ter cara de bode! Quero ser alguma coisa demoníaca!
Mestre - Tá bom, pode ser!
E.D. - Quero ter uma espada mágica com esse formato (apontando pra um desenho na camiseta)
Mestre - Tá bom vai!
E.D. - Quero isso, aquilo, aquilo outro e aquilo também (inventava um monte de coisas bizarras)
Mestre (já de saco cheio) - Tá, isso pode, isso não, isso pode .....
E.D. - e pra finalizar, meu personagem não vai usar armadura, só uma tanga, que nem um bárbaro mesmo.
Mestre - Tudo bem, você que sabe.
E.D. - essa tanga pode ser mágica, pra aumentar um pouco minha Classe de Armadura?
Mestre - Pode sim, não vejo por que não.
E.D. - Beleza, então quero uma tanga que me dê um bônus de armadura de +15...

Pérolas do XIV EIRPG

Putz, só aconteceu cagada! Ai vão as que eu lembro! Esse é um mini relato das principais passagens do evento, contanto as falhas críticas tiradas pelos jogadores (isso mesmo, jogadores não personagens) durante o Encontro Internacional de 2006.

LOIRA DO BANHEIRO
durante a ida, o pessoal na van contando histórias de terror. Os dois caçulas do grupo, Dieverson e Dudu, cagando nas calças de medo. Quando fizemos a parada em Limeira, dentro do banheiro todos estavam alinhados nos mictórios aliviando as bexigas. Somente o Dieverson quis mijar longe dos outros e foi num wc no fundo do local.
_Cuidado com a loira do banheiro! - gritou um de nós, já deixando o moleque tremendo de medo.
Eu, como bom amigo que sou, não perdoei. Rolei furtividade (40) e cheguei de mansinho atrás dele, e dei um grito estilo "Gargalhada Fatal do Mau" (isso do Castelo Ra-tim-bum).
O moleque tremeu mais que o japão em terremoto, mijou nele inteiro, além de estrangular o pobre do Juca Bala dele. Foi hilário ver ele saindo do banheiro todo molhado e xingando.

NO METRÔ

Saímos pra ir na Moonshadows de metrô. descemos pra estação Sta Cruz pra tomar o metrô e ir pra loja. Bom, o metrô fazia a chamada "linha azul" que é o nome que eles dão ao túnel por onde ele passa. existem outras linhas, que percorrem túneis diferentes, e que só se encontram em algumas estações específicas. Mas isso não importa, pois o preço é o mesmo, e na estação que que estavamos só passava uma linha.
Eis que algum maluco, não sei qual, inventa de pedir para a vendedora de bilhetes "me dá um bilhete linha azul", ao invés de pedir um bilhete unitário, ou simplesmente falar "me dá uma". Fiquei olhando e rindo, cada vez que algum dos doidos chegava no guichê e pedia uma linha azul, deixando as vendedoras com cara de "que cara maluco é esse?!"
Até ai nada de muito estranho, ninguém tinha culpa de não saber que ali só passava um linha de metrô. Mas o engraçado mesmo foi dentro do vagão. Todos impressionados com a velocidade do bichão e eu, como bom amigo que sou, não perdoei. Gritei BUM! bem alto e dei um safanão no Dudu. O cara quase morreu do coração, foi hilário (que é isso parceiro, tá marcando, quer me matar?)
Na volta, o dieverson com a maior cara de inocente me pergunta "Jé! metrô faz curva?". Pô eu quase caguei de rir dentro do metrô, e os outros passageiros também. hehehe

NA RUA

Pessoal que não está acostumado a andar em Sampa é dose (como se eu estivesse acostumado ^_^). Quase morreram atropelados na travessia da Brigadeiro Luis Antônio, enquanto eu e o André tivemos que esperar eles atravessar bem debaixo do viaduto, na hora do café da manhã dos mendigos, assaltantes, meninos de rua, etc. Eu não sabia se ria deles ou se rezava pra não ser assaltado.

MOONSHADOWS

Bom, finalmente chagamos na loja. Prédio antigo, tombado pelo patrimônio histórico (e quase pelo tempo também ^_^) não tinha placa na fachada (aliás nem fachada), apenas uma folha A4 pregada no batente da porta com o nome da loja impresso.
O lugar era fantástico. Uma potinha estreita e baixa, dividida em duas partes, feita de madeira e pintada de vermelho. Não havia trinco, apenas a argola pra trancar com cadeado pelo lado de fora. Imaginem aquelas casas que são construídas sobre palafitas de concreto e embaixo se faz a garagem do carro. Pois bem, a loja ficava na garagem. Essa entrada exótica, mais o fato do prédio ser mais antigo que qualquer livro de RPG, davam um clima de jogo ao lugar. Eu já ficava imaginando que quando batesse na porta, surgiria um anão gordo e caolho pra me perguntar a senha. E se estivéssemos ali à noite, con certeza encontraríamos com Jack o Estripador. O lugar parecia uma taverna.
Bem, entramos. Uma funcionária com um generoso decote medieval na blusa nos atendeu simpaticamente, enquanto uma outra cuidava de limpar pacientemente os livros com um aspirador de pó.
Comecei a olhar o lugar e entendi que o pó aspirado dos livros era de pedaços de reboque que despencavam do teto. Prédio tombado, ora essa, estava tombando mesmo.
Enquanto olhava os livros, um simpático bichano passou entre minhas pernas e sumiu da minha vista. Quando vi o gato novamente, o danado estava dormindo na maior folga em cima do monitor do computador da loja. Parecia até um enfeite, mas quando algém tentava pegar o "enfeite" na mão, tomava um susto ao ver que era gato de verdade.
O Harry até tentou comprar o gato, mas a moça não quis vendê-lo.
Bom, na volta, dei mais um susto no pessoal ao atravessarmos a Brigadeiro Luis Antônio novamente. Quase matei todos. Os que assustaram, de susto, e os que não assustaram, de rir mesmo. ^_^

BOMBEIRA

Duas bombeiras de verdade no encontro, de parar o trânsito. Com cara de "engole-vara" segundo o André, mas muito simpáticas (e boazudas) quem nunca viram tantos homens dando em cima delas e toda a vida. Todo encontro que tiver, elas vão pedir pra ir, com certeza.

HUIÁ

O jogo mais legal do evento. Um misto de Jó-kem-pô com queimada, sei lá. Pela manhã, apenas o cara que saiu com essa e o dono do microfone brincavam. No fim do sábado, uma roda com 20 metros de diâmetro já havia se formado pra brincar disso. Era só risada.

SONRIZAL

À noite no albergue, o Dudu reclamou de azia. Dei um sonrizal pra ele:
_Onde enfio isso? - perguntou o moleque.
Após a resporta óbvia (que tinha a ver com supositório), o Rodrigo explicou pra ele:
_ Toma com um copo de água!
Pronto, tava feita a merda. O garoto descascou o sonrizal, encheu um copo d'água, jogou o sonrizal na boca e virou o copo de água como se estivesse tomando uma aspirina!!!!!!! A gente quase mijou de rir.

SINFONIA PEIDOFÔNICA

Bom, eu fui o último a ir dormir no albergue. Era quase 1 da matina quando fui pro quarto, e que arrependimento. Escutei peido em tudo quanto é nota musical. Alguns chegavam ao cúmulo de puxar o ar pela boca, roncando, e soltá-lo por baixo, fazendo um ronco mais horrendo ainda. Isso sem contar as poses em que dormiam. Eu parecia um maluco, no meio da madrugada, rindo sozinho num quarto escuro.

SAI PARCEIRO!!!

Pela manhã dei meu melhor susto. Oito horas, todo mundo já tinha acordado, após o André soltar uma rajada e eu cair na gargalhada acordando todos. Todos menos um. Dudu, minha vítima favorita.
Coloquei meu capuz, subi no beliche e fiquei cara a cara com ele. Dei um safanão nele. Ele acordou assustado só por acordar. Quando me viu, com a cabeça coberta e sorrindo feito um esqueleto, gritou:
_Meu deus, que é isso! Sai pra lá parceiro, Sai parceiro, que é isso, socorro!!!
Só não caiu da cama, porque se enroscou nos lençóis kkkkkkk

Ah! E não podemos esquecer que além de tudo, esse cidadão tomou o maior tombo na escada do cinema dentro do evento. O cara desceu 500.942.658.632.325 degraus, mas quando chegou no último deles, tomou um tombo espetacular. Caiu de cara no chão. O pessoal parou de assistir ao anime para dar risada dele. Quem chegava no momento corria pra olhar na tela, pensando que o desenho tava muito bom...que nada, o povo ria mesmo é do panaca no chão huahuahhaahahahahahaha

WATERMELON
Mas o melhor de tudo foi a manhã de domingo no albergue onde passamos a noite. Café da manhã, mesas lotadas de gringos saboreando as frutas brasileiras, quando o maluco do Nelsinho me grita:
_ Cabeça! Filma isso aqui!
O doido catou duas fatias gigantes de melão, colocou-as num prato diante dele, olhou para a câmera do Cabeção, berrou WATERMELON e enfiou a cara no melão, devorando-o feito um orc, um troll, ou sei lá o que. Após 3 segundos, ergueu a cabeça novamente, rosto todo coberto de fruta e gritou de novo WATERMELON, cuspindo melão na gringaiada toda e atacou a segunda fatia.
Se alguém lá fora achava os brasileiros um bando de índios, de selvagens, não teve mais dúvidas kkkkkkkkk

Watermelon 4 ever!

Só morre com 1!!!

"_Não cara, eu não vou te dar a minha poção, vou fazer um teste de cura pra te estabilizar, só falho se eu tirar um 1." (Shihiro, que jogava com um monge e tentava salvar a vida do companheiro que estava com -8 PV)
Rolou os dados e tirou 1, deixando o pobre moribundo ainda mais próximo da morte, com -9pv.
"_Ah não isso foi muita zica cara. Bom, mas dessa vez vai, eu não vou tirar outro 1."
E tirou outro 1, o pobre do personagem moribundo perdeu seu último pv e morreu, revoltado com a cagada do amigo. Mas o "assassino", ainda tentou consolar, na maior cara de pau:
"_ É meu amigo, foi o destino, era pra você morrer mesmo!"