Legolas tomou a
dianteira, liderando o agora numeroso grupo até o subterrâneo. Atravessaram as
catacumbas até chegarem ao corredor onde tinham travado o combate conta Flint. No
caminho, foram abrindo todas as portas que encontraram. Eram oito salas ao
longo do corredor, todas pequenas de não mais que nove metros quadrados,
algumas cheias de entulho, outras recheadas de tesouros que os heróis deixaram
para recolher mais tarde, pois havia inimigos por perto que deveriam enfrentar.
Na primeira das portas uma armadilha mágica quase congelou o corpo de Orion com
um sopro frio e todos suspeitavam que mais armadilhas os aguardavam nas demais
saletas, mas havia algo mais urgente a resolver. Anix encontrara o inimigo e o
atraia para uma armadilha. A poucos metros do pelotão, o golem que os ameaçara
na noite anterior perseguia o mago a passos vagarosos e pesados.
outubro 18, 2012
outubro 14, 2012
Capítulo 374 – Ordem da Luz
Amanheceu. Era o vigésimo
quinto dia do mês de Lunaluz, o sol brilhava forte naquela manhã de primavera. Não
fosse pelo lugar e situação em que se encontravam, os aventureiros poderiam
alegrar-se com aquele clima.
outubro 12, 2012
Capítulo 373 – Pactos demoníacos
De súbito, o grupo
estava do lado de fora da torre, a vários metros do chão. A magia de
teletransporte de Anix os arremessara aleatoriamente no espaço, afetada pela
força maligna que dominava a espiral negra. Orion tivera menos sorte e
materializou-se dentro da parede da torre, sendo cuspido para fora dela por uma
força poderosa. Com seu corpo todo ferido pelo atrito com a rocha da parede, o
guerreiro juntou-se aos demais para com eles despencar rumo ao solo. Ainda
atordoados, levantaram-se e rumaram o mais rápido que conseguiam para a caverna
que usavam como acampamento. Estavam feridos, cansados e humilhados. Apenas o
pequeno Flint, praticamente sozinho, causara a todos tamanho estrago. Não
supunham que alguém tão diminuto, de aparência tão frágil, pudesse ser tão poderoso.
Subestimar Flint provara-se um erro. E para piorar a situação, o coração de
Legolas parara de bater.
setembro 06, 2012
Capítulo 372 – Céu rubro
Os olhos de Legolas
se abriram lentamente e se depararam com a luz solar invadindo-os com ternura. O
elfo mexeu a cabeça e, com as mãos, apalpou o corpo, checando os ferimentos. Não
estavam mais lá. Seu corpo estava ileso, sem marcas, sem dores. Algo estava
errado.
Legolas levantou-se,
ainda meio tonto, a mente confusa, tentando recordar-se do que acontecera, de
como tinham derrotado Flint. Olhou ao redor e viu que estava em um lugar
diferente e belo. Estava em uma grande floresta de árvores milenares, mas, ao
contrário do que acontecera quando estivera no Bosque de Livara Austini, o ar
ali não era pesado. Ao contrário, Legolas sentia-se muito à vontade naquele
lugar, aconchegado, como se estivesse em casa. Algo estava errado.
Capítulo 371 – Moscas na teia
Dezenas de metros
abaixo o grupo encontrou novamente o solo. Atravessaram o longo escuro túnel
voando. Legolas e Lucano montados na vassoura mágica, Orion carregado por
Galanodel, Nailo transportado por Squall, que ainda mantinha a forma dracônica
após o embate contra o elemental, e Mexkialroy voando sozinho ao lado de Alven
e Cloud. Por fim, a coruja gigante retornou mais duas vezes, até trazer Katia e
seus companheiros para baixo.
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